"Descanse em paz, meu anjo" WINEHOUSE, Mitch.

Eu sou um cara musical, acredito que para todos os momentos existe uma música adequada, uma trilha sonora da vida real. Uma música que marcou um momento, uma viagem, alguém.
Um tempo atrás, minha mãe me pediu pra escrever um post-homenagem a Amy Winehouse, falando sobre a impressão que tive do show e de como eu me sentia ouvindo a música dela.
Minha mãe conseguiu me deixar numa situação desconfortável, já que sou #teamAmy e entendo, apoio e defendo a cantora como posso, de quem falar asneiras perto de mim.
O que acontece é que Valerie (a música produzida pelo Mark Ronson) é uma das músicas que me lembram a road-trip que fiz de Curitiba pra Floripa, para assistir o show da própria Winehouse.
Fui convidados, por amigos jornalistas de Manaus, a ir ao show (em Floripa) com eles. Além de terem um guia com conhecimento da cidade (eles não conheciam a cidade), poderíamos passar tempo juntos e curtir bons momentos. E assim o fizemos. Essa se tornou com certeza uma das melhores road-trips que já fiz, não só pelo show, não só pela cia, mas o conjunto de tudo isso, além do ótimo tempo que acabamos pegando em Floripa.


A própria road-trip já mostrava como seria a sensação de ir no show da Amy com os amigos de tão longe, durante as, quase, 4h de viagem foi impossível não rir com as gírias de Manaus q eu não conhecia, sem falar no bom humor dos viajantes – galera estava realmente empolgada pra ouvir Wino cantar ‘Valéria’ (tanto q essa é a música da viagem e tema recorrente pra demonstrar nossa amizade no twitter).
Durante todo o percurso, durante todo o processo de espera, durante o show de abertura, da belíssima Janete Monae, o bom-humor era sempre constante, além da dúvida: será q a Amy apareceria no show? Como ela iria se comportar?
Janelle Monaè



Para nossa surpresa, e emoção, Amy apareceu, linda, sorridente e empolgada. Era o 1o show aberto dela em algum tempo. Depois de tantos problemas pessoais, era a 1a grande apresentação da cantora, quase um teste, onde o público seria o juiz.

Amy deixou claro, durante todo o show porque o mundo se rendeu a sua voz: uma voz que expressa melancolia, uma tristeza profunda, cantando sobre o grande amor da vida que perdeu entre seus dedos e a deixou na pior, sem rumo, sem conseguir se reestruturar, sem saber que caminho seguir na vida, agora que está sozinha. Quem nunca passou por uma grande desilusão amorosa e se viu assim? Quem nunca?
Amy cantou com emoção, emocionou o público (durante vários momentos, pude ver pessoas enxugando lágrimas) e fez sim um grande show. Mostrou o talento de seus backing vocals, de sua banda e deixou claro que o show não era dela, mas de toda a produção.
Talvez os outros shows do Brasil não tenham sido tão perfeitos quanto foi esse de Floripa, talvez os outros fãs não fossem tão fãs – e não tivessem os amigos perfeitos para o show -, talvez as outras pessoas não tenham entendido direito a dor de Amy, de ter de reviver toda sua dor, show após show, cantando “I wake up alone” e “love is a losing game”. Ou talvez, eu que seja emocional demais e ciente de que ninguém é perfeito e que essa é a perfeição máxima: mostrar os defeitos e se deixar julgar por eles.
Amy, obrigado pelos momentos maravilhosos que você me propocionou; pela road-trip que tive o prazer de fazer; pelas maravilhosas músicas que expressam o que eu preciso dizer, mas sem a alma de poeta, não consigo.
E seja feliz no clube dos 27, onde você vai poder finalmente deixar de lado essa tristeza e ser feliz como merece, feliz como me deixou naquela noite maravilhosa de verão.
Do seu fã,

Pedro.

Londres

Por: @pedro_itunes ou P.R.A.

Existem lugares no mundo que a gente sabe que vai se apaixonar quando conhecer, eu tinha essa relação-platônica com Londres.

E nas férias de 2010 tive a oportunidade de conhecer a cidade que mudou minha vida, que fez eu me apaixonar em rápidos três dias e meio. Um amor verdadeiro, a ponto de eu ter uma certeza: volto pra lá, sem a menor dúvida.
Quer conhecer a cidade, pela ótica de um apaixonado? Então deixa a imparcialidade de lado, mentaliza comigo: “Please mind the gap between the train and the station” e entra nesse vagão!

Londres, como todos sabemos é a capital do Reino Unido e da Inglaterra, mas vocês sabiam que Londres possui quatro Patrimônios Mundiais: a Torre de Londres, o sítio do acordo histórico de Greenwich, o Royal Botanic Gardens, e o sítio que compreende o Palácio de Westminster, Abadia de Westminster e a Igreja de Santa Margarida? Ou que a região metropolitana (a maior da União Européia) tem uma população total (rural e urbana) estimada entre 12 e 14 MILHÕES de habitantes? Ou que o metrô de Londres é a mais extensa rede ferroviária subterrânea do mundo? Ou que o Aeroporto de Londres Heathrow é o aeroporto mais movimentado do mundo em número de passageiros internacionais? Ou que o espaço aéreo da cidade é o mais movimentado do qualquer outro centro urbano do mundo?
Pois é, nem eu.

O que impressiona em Londres não são (só) os monumentos históricos, que estão espalhados por toda a cidade, mas sim a convivência que existe entre esses monumentos e prédios modernos, arranha-céus e prédios comerciais.

É uma cidade com um orgulho muito grande do seu passado, preservando e cuidando dos seus monumentos, mas que em momento algum se prende a ele, sendo também uma cidade moderna, ligada ao tempo atual. É indescritível perceber como o antigo convive tão harmoniosamente com o moderno.

Álias: “convivência harmoniosa” e “majestosa” são características que definem Londres muito bem. É singular encontrar uma senhora idosa, comendo sentada, em um banco em Candem Town, sem se importar com o punk, de moicano verde, passando a sua frente.


É em Londres que andar de metrô deixa de ser um sofrimento e se torna um prazer: mesmo em horários de pico é possível se mexer dentro do vagão. Além de conseguir se chegar em qualquer ponto turístico da cidade, seja ele diurno ou noturno.

Os metrôs são novos e bem cuidados, além de ter um mapa de fácil entendimento e uma frase (“mind the gap”) que me marcou.

A noite Londrina não fica devendo nada, pelo contrário, as inúmeras opções de Pub’s espalhadas pela cidade só nos deixa mais confusos em qual conhecer.
Por sorte, acabei conhecendo um brasileiro que também visitava Londres pela primeira vez e tinha a mesma idéia que eu: durante o dia passear pela cidade e conhecer os pontos turísticos e a noite se perder em inúmeros Pub’s e ver o que fez Mrs. Winehouse surtar.
Acabamos por conhecer: a Picadilly Street, uma rua com letreiros gigantescos de neon e um pub do lado do outro, além de teatros com os musicais mais famosos do momento; a Oxford Street, uma rua só de lojas, lojas e mais lojas; e Candem Town, um bairro inteiro para os alternativos, modernos, antenados, punks, roqueiros ou qualquer um que seja como aquela senhora já citada, e conviva bem com os mais variados estilos de pessoa.

Pra finalizar, a última dica que eu posso passar é: se perca em Londres, e deixe que a cidade te encontre.

E que tenhamos todos uma boa viagem!

Eu e Florianópolis

Boa tarde Blogueiros!
Cá estou eu, em mais uma empreitada, mais um blog e pra não ficar na mesmice, com um novo assunto: viagens, turismo e dicas pra mochileiros e viajantes. Apesar da pouca experiência como viajante, vou trazer a minha perspectiva das cidades aos jovens, que como eu não dispensam uma boa noitada e agito. Feita minha apresentação, mais do rápida, vamos ao que interessa: roteiro de lugares que merecem ser conhecidos na capital de Santa Catarina: Florianópolis.

Além de ser um paraíso natural, com mais de 42 praias [depois de morar anos na ilha, fiquei sabendo esses dias que na verdade, são mais de 100], a ilha da magia é também um prato cheio para os notívagos. É só saber procurar e se programar.

Então pega papel, caneta, segura minha mão e vem fazer o tour noturno:

Latitude 27º

Dancing-bar localizado na paradisíaca Lagoa da Conceição, em Florianópolis, no Morro da Praia Mole. Ambiente alto astral, frequentado na maioria por jovens de 20 a 35 anos. Nas 5as-feiras tem a 5a universtária, que vale a pena ser conferida.
Estrada Geral da Barra da Lagoa, 565 – Lagoa da Conceição
Entre a Lagoa e a Praia Mole
Fone: (DDD/DDI) 3232-5841

Jivago Lounge

Localizado na área executiva mais nobre da cidade, o bar traz um toque cult e cosmopolita aos fins de tarde na Ilha. Afim de um happy hour diferenciado e alternativo? Jivago é o lugar, isto é, se você tem a mente aberta e não se incomoda de dividir o mesmo ambiente com todos os tipos possíveis.
Deputado Leoberto Leal n.04 Centro
Em frente ao Ceisa Center.
Fone: (DDD/DDI) 3028-0788 / 9986-0971
Armazem Vieira

Patrimônio histórico, etílico, gastronômico e musical. Balcão com mais de 160 anos de tradição em um ambiente art nouveau com mesas de botequim, uma generosa carta de bebidas e coquetéis, música ao vivo, charutos baianos e cubanos e uma cachaça que é engarrafada no local.
Rua Aldo Alves, 02 – Saco dos Limões
Fone: (DDD/DDI) 3333-8687
Cachaçaria da Ilha
A Cachaçaria da Ilha é um bar temático com decoração única e um happy hour que se transforma em happy night. É ponto de encontro de gente bonita, descolada e inteligente, da mais variada idade. Tem 4 ambientes com música ao vivo todos os dias. O repertório é composto de rock, pop-rock e MPB.
Av. Osmar Cunha, 164 – Centro
Fone: (DDD/DDI) 3224-0051

Pacha Floripa

A Pacha é uma das referências da música eletrônica do Brasil. Clube originário da Espanha com três franquias no Brasil, tem espaço em Jurerê com capacidade para até 12 mil pessoas. A estrutura conta com uma pista só de house, uma terraza em que tocam várias vertentes da música eletrônica e um palco ao ar livre, onde são realizados shows de grandes artistas nacionais e internacionais.
Rodovia Maurício Sirotsky Sobrinho, 2.500, km 1,5 – Jurerê
Fone: (DDD/DDI) 3282-2054

Chopp do Gus

Quer fazer um warm up e não sabe onde? Vá pro Chopp do Gus, o bar tem um ambiente aconchegante, com estilo de botequim e música ao vivo todos os dias, porções exclusivas com pratos flambados, delicioso chopp Brahma e uma harmoniosa carta de vinhos. Localizados no Córrego Grande e no Kobrasol. Confira as promoções e agenda no site da choperia.Horário de funcionamento 18 às 2hs.
R. João Pio Duarte Silva, 1650 – Córrego Grande
Fone:(DDD/DDI) 3028-5807
R. Lédio João Martins, 874 – Kobrasol
Fone:(DDD/DDI) 3034-6362
fonte: guia floripa