Savona – Itália

Amamos Savona! Que cidade linda! 
Que povo hospitaleiro, o que não é muito comum na Itália! Rsrs. 
Pedimos a orientação para chegarmos a uma farmácia, e tivemos uma explicação, com direito a mapa pelo melhor caminho!
Por onde poderíamos aproveitar mais, conhecendo pontos bonitos da cidade, para fotografar (o informante era fotógrafo profissional)…

…e mais uma Feira de rua simplesmente “maravilhosa” com artigos do mundo todo!  
Fiquei tão doida pela Feira que esqueci a fotógrafa que existe dentro de mim, e ficou só a compradora compulsiva. Rsrs. Mas era demais pra resistir: echarpes de lã escocesa, brinquedos da Disney (para o Natal), pashiminas, cashmeres, etc…  Tudo de bom para usarmos no inverno curitibano.  Fica a dica: em Savona aos sábados pela manhã tem uma feira de rua muito boa!
No dia seguinte, domingo fomos conhecer uma região mais antiga, onde havia uma fortaleza (Fortezza Del Priamar).
Como tudo fica próximo ao porto, fomos caminhando e fotografando:

Poderíamos também ter usado as bicicletas à disposição para alugar, mas estávamos bem perto.

O Porto fica quase dentro da cidade.  Amamos Savona também pela limpeza e cuidado.  A Fortaleza, enorme, é muito bem preservada.  Dos 3 andares, 2 são museus, o Museu de Arte Sandro Pertini e o Museu Arqueológico Priamar.

Do último andar, tem uma vista panorâmica da região.

Savona desperta sentimentos de paz e harmonia, quando partimos sentimos a nostalgia e a vontade de voltar para ficar mais tempo.  Sim, faremos isso na próxima travessia! Nossa! Dois sábados naquela feira de rua!? Uau!!!

Por:  Beta Rodrigues e Dea Sales

Travessia Atlântica Parte 1

Por:  Beta Rodrigues           

Depois de meses de espera, com as passagens compradas e muita ansiedade na mochila fomos para a Itália, onde pegaríamos o navio que nos traria de volta ao Brasil, na minha tão sonhada Travessia Atlântica.
Trocamos as milhas pela passagem de ida, e fomos com a Tam até Milão.

  De lá fomos visitar a família em Verona, onde ficamos no B&B Sul Garda http://www.bedandbreakfastsulgarda.com/, em Castelnuovo.

Um lugar super acolhedor.  Vocês acreditam que a mãe da Eleonora, a proprietária, fez até um Tiramissù especialmente para mim?  Amei o lugar, e recomendo.

Tivemos de antecipar nossa ida para Savona, cidade de onde sairia o navio, pois haveria greve de trem no dia em que havíamos marcado o hotel.  Mas deu tudo certo, e o hotel em Savona era maravilhoso.

Nesta foto, tirada já do navio, vemos nosso hotel, aquele marron e verde, e a entrada do porto, com os toldos brancos.
Todo o complexo portuário de Savona é lindo.  O hotel ficava apenas a alguns passos do embarque, e nos dias que ficamos no hotel acompanhamos chegadas e partidas de navios e pessoas, com vários destinos e rotas.

Finalmente, na manhã em que viajaríamos, saímos do hotel e fomos despachar as “cinco” malas que conseguimos encher. Rsrs.  Pois quando chegamos em Savona, eram apenas “quatro” Rsrs. e quando saímos do Brasil “três”.  Fizemos mais umas comprinhas… Inclusive de malas.

Mas… embarcamos e começou a nossa aventura.  A minha “Viagem de Cabral”.

Blogagem coletiva: Meus 7 links

Fui convidada pelo http://flashesdeviagem.blogspot.com/ e pelo http://www.tiptrip.com.br/ para participar da Blogagem Coletiva.

Meus 7 links são:

1 – O post mais bonito – De Mochila… de trem… em albergues… em Assisi na Itália. http://www.feriasdemochila.com.br/search/label/Assisi 
Pelo Significado espiritual que ele teve na minha vida!  Me tornei uma pessoa melhor depois de Assisi.  Foi o início de um novo ciclo, e minha primeira viagem solo.

2 – O post mais popular – Ilha do Mel – Paraná
http://www.feriasdemochila.com.br/2011/10/ilha-do-mel-parana-brasil.html
Foi incrível! Sucesso total! Desde o começo, com as fotos no Instagram, até o post finalizado todos queiram saber da Ilha do Mel!  Mas também… o lugar é abençoado… e bonito por natureza!

3 – O post que gerou mais discussão/controvérsia  – Rio de Janeiro – Passeio Guiado.  
Não chegou a gerar bem controvérsia na postagem, mas na hora, na van, estavam pessoas de várias partes do mundo, e isso me envergonhou.  Só 3 brasileiros e tinhamos de dizer pra eles que aquilo não era o atendimento normal, estava muito aquém do que poderíamos oferecer.

4 – O post que ajudou mais gente – Curitiba – Parque Tanguá.  
Algumas pessoas vão ao Parque e não sabem que existe uma parte inferior muito linda a ser visitada. Mostrei esse lado do parque também!

5 – O post cujo sucesso te surpreendeu – Albergue em Curitiba.  
Fico surpresa, porque tenho visitações nesse post de várias partes do mundo, e praticamente todos os dias, e que vem principalmente de sites de busca.

6 – O post que não recebeu a atenção que deveria – “Descanse em paz, meu anjo” WINEHOUSE, Mitch 
Sobre um dos últimos shows da Amy Winehouse, o de Floripa.
7 – O post que você tem mais orgulho – Cinque Terre
No início de um novo ciclo, conheci um lugar onde passei e me apaixonei a primeira vista.  Conheci através de um amigo que não foi e queria saber o que tinha perdido… pois todos lamentam (inclusive eu agora.): você deveria ter ido a Cinque Terre.

Albergue em Curitiba – Pr

Já há algum tempo queria fazer um post sobre um ou mais albergues de Curitiba, mas não conhecia, e não poderia indicar sem que tivesse sido aprovado.
No dia em que voltávamos do Mercado de Orgânicos (post anterior), meu filho falou:  Nesta praça fica o Roma Hostel.  Uns amigos ficaram aqui…
Nossa!  Foi o que bastou para que eu o cravasse de perguntas, e no dia seguinte marcasse para fotografar o Hostel e fazer o post.
Muito bem localizado, pois ficam de frente para a Praça Eufrásio Corrêa, onde tem o Shopping e
Museu Estação
E uma das maiores estações tubo de ônibus que faz ligação com praticamente todos os bairros da cidade, facilitando muito o acesso.
A Praça Eufrásio Corrêa, onde ele está localizado, 
é calma e charmosa!
Mas encantador é o prédio do Hostel! Vejam que graça…
e para completar tem o bom atendimento da Franciele e Michele, que já estão há alguns anos na casa.
A recepção é ampla e é onde ficam os computadores para uso dos alberguistas.
Me encantou a organização dos folders de outros albergues da rede.
Sou frequentadora deles, e confesso, nunca ter visto nenhum tão organizado! Rsrs.
Todos os quartos são bem arejados, e dão acesso a um vão central…
…e meu filho falou que nesse jardim interno eles até tocaram violão numa tarde de outono!
Gostei de todos os quartos…
Tem suíte para família
Com uma decoração bem moderna! 
Olhem o charme da sala de TV?
Mas me apaixonei pelas portas de vidro da sala do café…
… que fica de frente para a Praça…
Bom, e a Praça é aquela beleza que vocês já viram.
Posso ainda dizer que ele fica bem próximo à Rodoferroviária, mas isso você vê no site: http://www.hostelroma.com.br/hostel/indexptg.php
E posso garantir que o bolo do café da manhã é delicioso… rsrs! Esse eu provei muito!
Então, alberguista, se você vem à Curitiba, eis uma boa opção de hospedagem.
Recomendo!

Mercado Municipal de orgânicos – Curitiba

Meu filho voltou de férias cheio de idéias. A nutricionista o indicou o Mercado Municipal de Orgânicos, para uma alimentação balanceada, e eu que já era adepta da alimentação integral, agora iria para o integral orgânico, e aproveitei para falar sobre ele.
O Mercado de Orgânicos, fica anexado ao Mercado Municipal, em frente a Rodoferroviária, numa ala nova.
O prédio é muito bonito e moderno, e só isso já o diferenciou de outros mercados públicos, que geralmente são prédios antigos.
A entrada clara e ampla é decorada com plantas.
E por dentro muito charmoso.
Fiquei maravilhada com a organização do lugar. Enquanto o Pedro de lista em punho fazia as compras, eu atuava nos clics!
Na Praça de Alimentação…
… pode-se fazer um lanche…

… escolher um suco…

… ou até tomar umas cervejas orgânicas.

Mas fique atento ao horário, eu e o Pedro não ficamos e já tinha fechado vários quiosques. Ah! Segunda feira são poucas as lojas que abrem.

A parte do Mercado Municipal também é cheia de coisas interessantes…

… e andar pelos corredores aguça a “criatividade”.

Afinal quem vai num Mercado público e sai de mãos, boca ou barriga vazia?
Nas lojas de importados podemos encontrar até o Tiramissù,
Ou várias opções de produtos japoneses,

Ou ainda as frutas e verduras!

Esse quiosque de pimentas já estava fechado, mas adorei as cores e variedades.

E a Casa da Azeitona? Tenho de entrar…
Caminhamos pelos corredores, finalizamos a lista de compras e colocamos tudo na ecobag – sou louca por ecobag (tenho quase uma coleção). Achamos tudo o que procurávamos e muitas outras coisas. Rsrs.

Um exemplo de bom atendimento é o Sr. Antonio A. Rapetti, da Natural Market.
Fiquei impressionada! Ele conhece o produto que vende, as suas indicações e a procedência é certificada. Nos deu uma aula de Orgânicos. É assim que se ganha um cliente: Conhecendo muito bem o produto que vende. Parabéns Sr. Antonio por sua dedicação. E obrigada pela paciência conosco.

Lagoa da Conceição – Florianópolis SC

Vou começar o post sobre a Lagoa, falando de uma novidade que vi em Floripa nessa minha passada por lá.   
Um ônibus de turismo com deck.  Adoro esses passeios!  Você pode saber mais através do site: http://www.floripabybus.com.br/roteiros.html 
Estou louca para fazer o percurso e contar pra vocês.
Vi o ônibus quando estava no Mirante da Lagoa
Morri de inveja das pessoas que teriam o dia todo para curtir a Ilha nesse ônibus
Mas eu tinha outro objetivo: conhecer A Toca da Lontra.
Quem sai do Centro de Floripa para ir para a Lagoa, passa por esse Mirante.
Já parei tantas vezes aqui que perdi a conta, mas não resisto, porque a vista é simplesmente maravilhosa!
Nesse dia o céu estava de brigadeiro.
E lá estava o portinho, a Av das Rendeiras inteira e no fundo a esquerda, mas fora da foto (rsrs) fica A Toca da Lontra.
No Rancho de Amor à Ilha o poeta Zininho diz: 
“…
Tua lagoa formosa
ternura de rosa
poema ao luar,
Cristal onde a lua vaidosa
sestrosa,
dengosa,
vem se espelhar…”

O caminho da Toca da Lontra não é muito simples.
Mas tenha como referência o Latitude 27.
No final das Rendeiras, sobe-se em direção à Praia Mole, antes do Latitude você vai encontrar o Condomínio Moradas do Retiro.
Desça de carro se tiver coragem… eu fui a pé. Rsrs!

Não é a toa que tem esses frisos na estrada. 
É praticamente queda livre! Rsrs. Mas vale a pena, eu sei.
Consegui chegar até lá, graças as fotos no blog Escapismogenuino da Adriana.
Nossa! Que achado! Obrigada Adriana!

O lugar é simplesmente de tirar o fôlego.
Estava vazio, pois chegamos mais cedo para fotografar.
Impossível não se apaixonar! 
E lá estava eu fazendo um 4square, enquanto aguardava o preparo dos mais deliciosos bolinhos de camarão que já comi.
Além da deliciosa caipirinha de frutas.
Voltarei mais vezes!
O atendimento é perfeito, me senti em casa!
Voltei no tempo, e lembrei como existia em Floripa lugares assim antigamente…
No cardápio há a dedicatória de um famoso cliente, ele te dá a dica: vir de barco pela lagoa, além
de contar um pouco da história d’A Toca.

E Como diria a Astrid Fontenelle:  “Não vai perder hein!”

Ilha do Mel – Paraná – Brasil

No início de setembro fui conhecer a Ilha do Mel.  Eu sempre tenho uma imagem do lugar, apesar de consultar blogs, portais e guias.
Morei muitos anos em Florianópolis, uma ilha, e quer queira quer não sempre fica de parâmetro… Então imaginava a Ilha do Mel a metade ou até menos, de seu tamanho. Imaginava que se podia dar a volta nela caminhando, em um dia!  E que seus 3 vilarejos estivessem simetricamente distantes um do outro.
Nada disso! Apaga tudo!  
Antes de sair de casa bati uma foto da Ilha no Guia Quatro Rodas, para poder me localizar melhor.
Saímos cedo de Curitiba, de carro, levamos em torno de uma hora e meia até Pontal do Sul.  Lá existem vários estacionamentos onde se pode deixar o carro, com preços em torno de R$ 15,00 a diária.
Compramos o bilhete para a travessia R$ 23,00 por pessoa, ida e volta.
A travessia foi ótima e o lugar era lindo!
Assim que chegamos à Ilha, tinha um café da manhã nos esperando, delicioso!
Logo partimos para conhecer a Ilha. Afinal tínhamos somente 2 dias.
Quero ver a Gruta, pois vi no Blog Ziga da Zuca da Tata Gastão, e me instigou a curiosidade.

Na Ilha não circula carro, tudo é feito por trilhas, que são muito bem sinalizadas, ou por barcos, que são baratos.

A Gruta das Encantadas é linda! Com uma formação rochosa no mínimo intrigante  para mim que sou leiga.
E como ainda era cedo decidimos percorrer as trilhas que nos levariam ao Farol das Conchas.
Encontramos com muitos turistas no caminho… Adoro esse intercâmbio!
O caminho não era tão perto, nem tão fácil quanto eu pensava…
Mas aí a gente conhece mais gente solidária… um espera o outro e ajuda!
“Você consegue, vai! Olha eu to aqui!”
Levamos mais ou menos 1 hora pra passar a parte das pedras… 
Ah… e só pode ir por esse caminho se a maré estiver baixa!
O visual era lindo demais. E lá longe está ele: O Farol! 
A Escadaria que leva ao Farol também não é fraca… mas a vista lá de cima!
Dá pra ver até onde a Ilha quase se divide em duas.
A água cheia de surfistas!
O Farol.
Saindo de lá, caminhamos até Nova Brasília, onde almoçamos, e retornamos para Encantadas de barco.
Eu estava muuuuito cansada, mas valia a pena!
No dia seguinte acordamos cedo e partimos para a Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres
Gostei muito da Fortaleza também. Gostei também de ver como eles cuidam do patrimônio.
Com a visita à Fortaleza nos despedimos da Ilha do Mel
Um passeio incrível.  Adorei e voltarei mais vezes.  Lugares como a Ilha do Mel são raros.  

O meu Pacote de Compras Coletivas!

Nota da Autora:

O que escrevo aqui são impressões, não recebo nada de hotel, restaurante, ou o quer que seja, para dar minha opinião, nem para indicá-los para outros viajantes, caso tenha gostado.
Esse blog é sobre opiniões pessoais, se me causam uma boa impressão vai um elogio; senão, uma crítica.
Não taxa nada como ruim ou bom, por causa de algo que pode ter acontecido só comigo, por isso às vezes me reservo o direito de não citar o nome do estabelecimento.

Há algum tempo comprei em um site de compras coletivas, um pacote para ir à Ilha do Mel. Já tinha a vontade de conhecer a Ilha, após a compra, fiz a reserva da Pousada e fui.


Estava apreensiva, por ser a minha primeira viagem através desse tipo de pacote. Tudo começou bem: Pegamos a barca que nos levaria até a Ilha e a paisagem era linda!

Chegamos na pousada que era bem charmosa e tinha boas avaliações, mas então nos conduziram até um “quarto nos fundos”, que tinha: armário, bwc, 1 barata, 1 aranha e 1 mosquito. Após o assassinato desses insetos de estimação, falei com a responsável, e fomos transferidas para um quarto melhor, era o extremo, nem parecia na mesma pousada.

Mesmo com esse contra-tempo inicial, adorei a Ilha. A Pousada ficava na beira da praia e o café da manhã era delicioso.

Foi então que me ocorreu, talvez o problema não fosse a pousada, mas sim o tal pacote do site de compras coletivas.

J’adore Paris

Nas minhas últimas férias, qdo surgiu a oportunidade de ir a Paris, confesso que não me empolguei mto, só pensei “Ok, vamos ver qual é a da cidade-luz”. Fui sem grandes expectativas e ouvindo de várias pessoas que
quem fala inglês por lá não é bem visto, deve-se sempre falar francês, já que eles são patriotas e blá blá blá.

Bom, chegando no aeroporto Charles De Gaulle, já senti o primeiro desafio: como chegar no hotel?
Por minha sorte, o hotel ficava em frente ao Moulin Rouge e tendo um dos cabarés mais tradicionais da cidade como ponto de referência, facilitou mto. Depois de alguns inconvenientes (bilheteria do metrô fechada, ou seja, só quem já tinha o bilhete poderia embarcar, e a máquina de venda de bilhetes não aceitar as notas q eu carregava – vinha de Londres), consegui constatar que os franceses são hospitaleiros, além de ter ganho o bilhete do metrô, ainda consegui q me deixassem na porta do hotel, em um franglês e mta mímica.

Já hospedado no hotel, comecei a me programar pro dia seguinte: Louvre.


Um castelo que foi construído com o propósito de guardar as obras de arte do acervo do rei, um museu pessoal, q foi aberto ao público e vem sendo reformado ao longos dos anos, a reforma mais drástica, talvez tenha sido a retira dos jardins e a inclusão das pirâmides de vidro.





O louvre encanta por dentro (pela dimensão e quantidade de obras) e por fora (a arquitetura romântica constratando com as modernas pirâmides de vidro).
Entre a Monalisa e a Venus de Milo, estão vários quadros que cobrem paredes inteiras, estátuas gigantescas, exposições modernas e até intervenções artísticas, além de uma ala dedicada só a história do lugar.
É possível locar uma espécie de walkman com guia virtual, que ao se digitar o código de cada obra ouve-se, tanto sua história como a do autor.




Pela própria dimensão do museu, o Louvre oferece mapa em diversos idiomas (gratuítos), além de restaurante e lanchonete, já que é impossível conhecer o lugar em menos de 6 horas, a não ser que vc passe correndo pelo local e só veja o básico.
A entrada do museu é paga, mas um valor tão simbólico se comparado a grandeza do lugar: 9 euros por dia, ou seja, vc entra e saí do museu qtas vezes quiser naquele dia.






Na saída do Louvre, quase final de tarde, decidi conhecer o cartão-postal da cidade: a torre eifel.
Cheguei na torre antes do anoitecer e pude ver, enqto tomava um café num verdadeiro bistrô parisiense, o anoitecer chegar e a torre ficar iluminada.

Foi então q entendi o apelido cidade-luz.
Impossível não ficar maravilhado com a visão da torre; impossível alguma foto sair feia; impossível deixar de perceber que os franceses não constroem prédios mais alto que a torre, fazendo dela o símbolo da cidade, o ponto mais alto e mais visto de todos os lugares.






No dia seguinte, tomei rumo a uma peregrinação de diversos pontos turísticos que não poderia deixar de ver:
A Catedral de Notre-Dame, a Sacre Cour, almoço em La Defense e terminar a tarde no Arco do triunfo, caminhando pela Champs Eliseè.

Na Notre-Dame, por uma pura sorte, enqto nós, os turistas, nos maravilhavámos com toda aquela estrutura, com todos os detalhes e com a beleza da gigantesca igreja, os moradores do local estavam concentrados em sua missa matinal.


Na Sacre Cour, fui preparado, já tinha recebido o aviso:
“Não sobe na Torre Eifel, ela é o ponto alto de Paris, qdo tu sobe nela, não há nada mais pra ver. Ao invés disso, acha o caminho do mirante da Sacre Cour, que fica no topo do morro mais alto de Paris, encara os 300
degraus, paga os 5 euros pra igreja católica e não se arrepende.”
E assim fui.

Conforme o caminho do mirante se desdobra, não se tem uma visão doq existe pela frente, são subidas curvas e caminhos q costeiam toda a estrutura da igreja, um labirinto de passagens secretas (q eu acredito deveria ter sido mto utilizado pelos padres daquela época), até o topo.
De lá se vê uma Paris organizada, onde as ruas todas convertem pro mesmo lugar: O arco do triunfo. Vale cada degrau, vale cada euro, mas tenha em mente q uma vez iniciado, não se tem como voltar, já que é um caminho de ida e um de volta. Sugiro manter uma contagem dos degraus, coisa q eu não fiz e não conseguia me localizar, pra ver o qto ainda estava distante do topo.







La Defensè


Em Londres, tinham me dito: “Em Paris, vai conhecer La Defensè. Tu vai te surpreender”, mas não tinham dito pq eu iria me surpreender.


La Defensè é uma nova área de Paris, a área tecnológica, onde tudo oq se vê são designs modernos, contrastando com oq se conhece da Paris romântica. São arranha-céus, prédios espelhadas, shopping centers e até um arco do triunfo moderno, que seguindo a simetria francesa, fica exatamente na direção do arco do triundo de Napoleão.
Pelo que pude entender esse novo arco do triunfo é local de shows e manifestações, mas não tenho ousadia de afirmar, já que em não é exatamente um ponto turístico, é somente uma nova área da cidade-luz.




Champs Eliseè, aqui pude perceber q a simetria francesa é realmente intrigante. A saída do metrô (q saí na frente do arco do triunfo), tem a mesma disposição da saída do metrô de La Defensè (q tb saí em frente ao arco do triunfo moderno).
A avenida mais famosa do mundo (ou vcs acham q é Beverly Hills?) é realmente linda, calçadas largas, lojas com vitrines exuberantes, além de únicas. Recomendo caminhar por ela sem pressa, parar no Starbucks e continuar a caminhada, vendo a noite cair e a rua inteira se iluminar. 



A noite, seguindo mais uma indicação de amigos de Londres, fui conhecer o tão famoso Quartier Latin, a quadra latina, a quadra de bares, baladas e casas noturnas. Ainda seguindo a indicação, fui num bar que podia-se ter
uma visão da, agora iluminada, Notre Dame.
Saindo desse bar, resolvi seguir para uma casa noturna, tb indicação dos amigos de Londres, uma casa noturna onde todos os garçons e garçonetes usam máscaras e roupas de grife, como um elegante baile a fantasia.

Saí de Paris com uma sensação de “Agora que já conheci, não preciso mais voltar aqui”, infelizmente a cidade-luz não me encantou tanto como Londres, talvez pela quantidade de lixo no chão, talvez pela falta de placas
indicando os pontos turísticos ou talvez pq eu tenha ido em Londres primeiro e deixado por lá meu coração.
Se esse viajante pudesse deixar uma última dica seria: andem sempre com mapa na mão e não tenham medo de perguntar, a falta de sinalização para os pontos turísticos faz com que nem tudo seja tão fácil de achar como as grandes obras.

J’adore Paris, but my heart belongs to London.

"Descanse em paz, meu anjo" WINEHOUSE, Mitch.

Eu sou um cara musical, acredito que para todos os momentos existe uma música adequada, uma trilha sonora da vida real. Uma música que marcou um momento, uma viagem, alguém.
Um tempo atrás, minha mãe me pediu pra escrever um post-homenagem a Amy Winehouse, falando sobre a impressão que tive do show e de como eu me sentia ouvindo a música dela.
Minha mãe conseguiu me deixar numa situação desconfortável, já que sou #teamAmy e entendo, apoio e defendo a cantora como posso, de quem falar asneiras perto de mim.
O que acontece é que Valerie (a música produzida pelo Mark Ronson) é uma das músicas que me lembram a road-trip que fiz de Curitiba pra Floripa, para assistir o show da própria Winehouse.
Fui convidados, por amigos jornalistas de Manaus, a ir ao show (em Floripa) com eles. Além de terem um guia com conhecimento da cidade (eles não conheciam a cidade), poderíamos passar tempo juntos e curtir bons momentos. E assim o fizemos. Essa se tornou com certeza uma das melhores road-trips que já fiz, não só pelo show, não só pela cia, mas o conjunto de tudo isso, além do ótimo tempo que acabamos pegando em Floripa.


A própria road-trip já mostrava como seria a sensação de ir no show da Amy com os amigos de tão longe, durante as, quase, 4h de viagem foi impossível não rir com as gírias de Manaus q eu não conhecia, sem falar no bom humor dos viajantes – galera estava realmente empolgada pra ouvir Wino cantar ‘Valéria’ (tanto q essa é a música da viagem e tema recorrente pra demonstrar nossa amizade no twitter).
Durante todo o percurso, durante todo o processo de espera, durante o show de abertura, da belíssima Janete Monae, o bom-humor era sempre constante, além da dúvida: será q a Amy apareceria no show? Como ela iria se comportar?
Janelle Monaè



Para nossa surpresa, e emoção, Amy apareceu, linda, sorridente e empolgada. Era o 1o show aberto dela em algum tempo. Depois de tantos problemas pessoais, era a 1a grande apresentação da cantora, quase um teste, onde o público seria o juiz.

Amy deixou claro, durante todo o show porque o mundo se rendeu a sua voz: uma voz que expressa melancolia, uma tristeza profunda, cantando sobre o grande amor da vida que perdeu entre seus dedos e a deixou na pior, sem rumo, sem conseguir se reestruturar, sem saber que caminho seguir na vida, agora que está sozinha. Quem nunca passou por uma grande desilusão amorosa e se viu assim? Quem nunca?
Amy cantou com emoção, emocionou o público (durante vários momentos, pude ver pessoas enxugando lágrimas) e fez sim um grande show. Mostrou o talento de seus backing vocals, de sua banda e deixou claro que o show não era dela, mas de toda a produção.
Talvez os outros shows do Brasil não tenham sido tão perfeitos quanto foi esse de Floripa, talvez os outros fãs não fossem tão fãs – e não tivessem os amigos perfeitos para o show -, talvez as outras pessoas não tenham entendido direito a dor de Amy, de ter de reviver toda sua dor, show após show, cantando “I wake up alone” e “love is a losing game”. Ou talvez, eu que seja emocional demais e ciente de que ninguém é perfeito e que essa é a perfeição máxima: mostrar os defeitos e se deixar julgar por eles.
Amy, obrigado pelos momentos maravilhosos que você me propocionou; pela road-trip que tive o prazer de fazer; pelas maravilhosas músicas que expressam o que eu preciso dizer, mas sem a alma de poeta, não consigo.
E seja feliz no clube dos 27, onde você vai poder finalmente deixar de lado essa tristeza e ser feliz como merece, feliz como me deixou naquela noite maravilhosa de verão.
Do seu fã,

Pedro.

Floripa – Projeto TAMAR

O Projeto TAMAR, creio ser conhecido de todos.  Quem nunca foi numa instalação, ao menos já ouviu falar, certo?  Pois é. É um projeto de preservação das TArtarugas MARinhas.
O Projeto TAMAR em Florianópolis, fica na Barra da Lagoa.
Fui visitar e aprender um pouco com eles.
Achei muito interessante quando a nossa atendente, Juliana, falou que esse de Floripa é bem voltado ao atendimento de escolas, formação de profissionais, e na conscientização da meninada na preservação não só das Tartarugas, mas de todo o meio ambiente.
Mantém também um programa de Estágio para estudantes de Biologia, Medicina-veterinária, Oceonografia, Engenharia Ambiental e Engenharia de Pesca e ainda Gestão Ambiental.

Nas placas abaixo pode-se saber a origem, nome e idade das Tartarugas que estão nesse tanque.

Gostei muito!  A loja tem coisas lindas! E para quem vai com as crianças é diversão com aprendizado na certa.  Abaixo está o mapa para que você se localize melhor!
Adorei!  Tive até dificuldade em selecionar estas fotos entre tantas, pois dá vontade de mostrar tudo sobre o Projeto, mas … vá lá conhecer! Eu fui!

Rio de Janeiro – 3º Dia – Passeio Guiado

Apesar de ter contratado o passeio guiado indicado pelo Hostel, e ter pedido o mais completo, não fiquei satisfeita com o serviço prestado. Acho que deveria ter um contrato, um folder, ou algo detalhando o que iríamos visitar. Foi fechado só na palavra!
Então, não sei nem dizer qual o nome da operadora de turismo, senão já entregava para não usarem! Rsrs!
A guia chegou bem atrasada e depois ficamos paradas, numa esquina, esperando a Van por quase 1 hora (o motorista havia faltado e tiveram de “achar” um substituto). Todos os participantes deste passeio ficaram descontentes.
Devido ao atraso tivemos que pular itens; o motorista dirigia igual um doido,  sem  que nós pudéssemos ver o atrativo explicado pela guia. Ela ainda perdeu o grupo 2 vezes, dizendo pra irmos na frente, sem marcar local pra nos encontrarmos depois. Chegou a esquecer um turista estrangeiro no Pão de Açúcar, a noite. Eu, como a de mais idade do grupo, já havia contado o número de pessoas (mania de viajante mais experiente! rsrs) e faltava 1, avisei ao grupo, pra vermos quem era… e alguém do grupo foi procurar, enquanto esperávamos na van. Apesar do stress terminou tudo bem!

Penso em voltar ao Rio com mais tempo, rever todos esses pontos e mais os que faltaram  numa outra oportunidade, e com uma agência de turismo indicada por amigos. Acho que fará toda diferença! 
************
Bom, vamos ao passeio:
O Cristo Redentor me impressionou! Fiquei extasiada com tanta beleza em um lugar só!
E ali de frente pro Cristo pedi por quem me falou: “Quando estiver no Cristo, reza por mim!”

Do Cristo Redentor, também se vê o Rio de Janeiro em camadas de cores…

… até a linha do horizonte confundir-se com o mar, “pra lá” do Morro Dois Irmãos!

E aí tem uma música, não consigo pensar nesse morro sem pensar no Chico Buarque: “Dois Irmãos, quando vai alta madrugada …”, ele diz que gostava de compor de madrugada, e sua vista era para o Dois Irmãos, então um dia fez essa música conversando com ele!

A ponte Rio Niterói.
Meu pai tinha o sonho de passar por ela! Dizia, ainda durante sua construção: “Quando estiver pronta vou passar por ela.” Agora deve estar sobrevoando ela e todos os locais que não pode ver!

A Pedra da Gávea, nesse momento será que tem alguém naquele platô? Vou lá na próxima viagem!

Lagoa Rodrigo de Freitas.

É… do Cristo vê-se tudo isso, e mais, muito mais, porque a imaginação não tem limites diante de tanta inspiração!

Do Cristo, passamos por Santa Teresa, pra ver o famoso Bonde de Santa Teresa, e conhecemos vários ateliês de artistas locais. Tem também muitos restaurantes e bares, com pessoas alegres, cadeiras nas calçadas, bem como imagino ser o estilo carioca. Adorei! Passar uma tarde ali deve ser delicioso!
Foi nesse bairro que Amy winehouse escolheu ficar hospedada quando veio ao Brasil!

Passamos pelos Arcos da Lapa, são lindos e, bem na hora, passava um bondinho. Dizem que a noite aqui é muito animada.

Fomos, então, conhecer a Escadaria Selarón ou Escadaria do Convento Santa Teresa, na Lapa.

Revestida em azulejos, antigos, de várias partes do mundo, por um artista chileno, Selarón, que costuma usar mulheres grávidas como tema em suas pinturas.

E, finalmente, o Pão de Açúcar: Uma pedra majestosa. Até vê-lo, de tão perto, não havia pensado nele como uma “simples” pedra, mas é isso… e a gente vai até o topo! Uau!

Ver o anoitecer, no Rio, do Pão de açúcar me deixou sem palavras.

Há alguns anos, já tinha ido ao Rio, mas meu ex-marido dizia: “Pão de Açúcar e Corcovado a gente vê pela TV, temos de ver outras coisas!”
Ele, com certeza, já deve ter mudado de opinião quando os viu, e teve noção da emoção se sente nesses lugares, não dá pra explicar… tem de ir lá ver, e eu fui!!

No dia seguinte fui pro aeroporto e voltei pra casa…
Já pensando que preciso voltar ao Rio mais vezes!

Rio de Janeiro – 2º Dia – Jardim Botânico

Tinha um propósito quando fui ao Rio!
Queria conhecer o Jardim Botânico,
 então, quando encontrei a @fabiolasad no dia seguinte, 
entre as opções que ela me passou, sem dúvida foi o que escolhi!

O tempo estava meio nublado, estava chovendo quando saímos do hostel,
mas no Jardim Botânico não chovia, então reforçamos que a escolha foi a melhor!

Nossa!  Ver aquelas palmeiras, caminhar entre elas…
Eu só pensava em Tom Jobim…

A Fabíola intrigada, tentando descobrir o por quê de eles terem cortado uma palmeira!
Rsrs! Claro que tiramos “várias” conclusões! Rsrs!

Ele, O Jardim Botânico, é enorme, e sempre faz questão de nos lembrar a sua idade!
Muitas coisas nos transportam no tempo!

Euzinha, sentadinha num dos locais preferidos do Tom Jobim!
Adoro o Tom!  E cantar a sua cidade foi a sua declaração de amor eterno a ela!

Posso parecer tola, mas é assim que me sinto mesmo!
Tentando adivinhar o que ele teria pensado… com que olhos teria visto tanta beleza…

Um dia… quando a gente puder viajar no tempo,
virei ao Jardim Botânico pra conversar com ele pessoalmente!

E agradecer por ele ter me despertado essa grande vontade que tinha de conhecer o Jardim Botânico!

Tenho certeza que ele já parou aqui e ficou admirando…
porque eu não tenho palavras pra descrever essa visão…
Mas Ele tinha!
Obrigada Fabíola, por me apresentar ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro!

Rio de Janeiro – 1º Dia

De uns tempos para cá, vinha sentindo uma vontade louca de voltar ao Rio de Janeiro!
E eis que um pacote de vôo barato, e a vontade de conhecer mais mochileiros me levaram!
Nunca tinha voado pela Azul… mas gostei!

Saí de Curitiba o dia estava nublado…
mas acima das nuvens havia um espetáculo!
Parecia um mar de algodão!

Do Aeroporto até o Hostel muito fácil de chegar de ônibus,
pois está bem explicado na página do Hostel.
http://www.brothershostel.com.br
Um prédio antigo, mas com um ambiente para jovens!
E suas festas são famosas… os ingressos esgotam cedo, por causa espaço.

E pasmem! Dos quartos não se ouve o barulho da festa!
As pessoas do atendimento todas com muitos sorrisos e histórias pra nos contar!

Como essa sra que nos preparava o café da manhã e vivia perguntando: To falando muito?
Eu ria, pois falo pelos cotovelos! Rsrs!
Me contou várias histórias e tirou a foto que está acima da dela!
Fez questão! Pra eu levar de lembrança do Hostel!
Gente muito boa!

Me mostrou essa foto, feita na rua Farani, (meio montagem)
onde fica o Hostel, com um dos proprietários nela!
Não posso deixar de dizer que o local é bem conhecido também pelo bom gosto musical do proprietário.

Aqui a recepção e escadaria que leva aos quartos que tem banheiros privativos…
Sempre fotos nas paredes… Adoro!


A sala multimídia tinha fotos… e mais um espaço lounge que dava para o bar!

Aqui fica o bar… mas não consegui fotografar a noite… Repleto de pessoas!
Essa que está na foto é uma argentina que estava no mesmo quarto que eu!
E tinha também uma italiana e duas paulistas!

Ainda fui conhecer o Botafogo Praia Shopping.
Há umas três quadras do Hostel… e que Visual!
Fiquei de voltar, mas não tive tempo!
Mas quem sabe… de uma outra vez…
Adoro umas comprinhas!
Mas como me concentrar em compras se ainda quero ver:
 Pão de Acúcar, o Cristo, Jardim Botânico, etc…

Barcelona Parc Güell

Parc Güell
É simplesmente fantástico!
Foi Antoni Gaudí que me levou a Barcelona!
E quando conheci o Parc Güell sabia que ali estava um pedaço da sua vida!
Sempre imagino uma música e a desse parque, a parte que me vinha na cabeça era…
“De perto ninguém é normal… do Caetano Veloso!
Acho que conhecer o Parc Güell deveria ser uma disciplina do curso de arquitetura!
A riqueza dos detalhes é impressionante!
(É… de perto ninguém é normal…)
Bom… ele morou aqui por quase 20 anos!  
E estavámos no jardim de sua casa!
E tudo tinha o toque de Gaudí!  Tudo!
Os mosaícos de pedra…
Será que seriam palmeiras?
Sobre o Salão das Cem Colunas
Lindo!
Essa passagem que imita o interior de uma onda…
Ainda tem o detalhe nas colunas!
Por isso voltei ao Parque e fiquei uma tarde toda! 
E ainda quero voltar mais vezes!
Quero ver o parque num lindo dia de sol!
Pensar como esse artista imaginava coisas tão maravilhosas, tão coloridas e depois tão naturais… 
e descobrir um pouco mais de sua história.
Super recomendo!

Barcelona 3º e 4º dias

No terceiro dia encontramos uma amiga da Andréa, a
 Sandra, uma artista plástica brasileira que morava em Barcelona!
Ela iria nos mostrar a “sua” Barcelona!
Fomos ao Parque do Labirinto, um jardim-museu,
com uma história romântica.
Dizem que foi um presente de um nobre a sua amada!
Havia Jardins belíssimos…
O Labirinto e muitos esculturas retrantando motivos da Mitologia Grega…
E ainda muitas fontes e piscinas, como esta, com o trocador ao fundo!
O lugar é lindo e mágico! Adorei!
De lá passamos pelo Arco do Triunfo!
E seguimos para o Parc de la Ciutadella…
Um lugar quase tão lindo quanto a nossa “Guia”!
E pensar que sem o roteiro dela não veríamos lugares como esse…
E esse!
No dia seguinte quando encontramos a Sandra, 
subiríamos o Monumento de Colombo.
A vista lá de cima é maravilhosa!
Vê-se Barcelona em 360º, como Las Ramblas nessa foto!
Nesse mercado mora a perdição…
Deliciosos! Comi! Claro!
Depois de passearmos por Las Ramblas, 
fomos ao Bairro Gótico, onde fica o Bosc de les fades café…
Um café muito diferente!
Mágico!
Caminhamos mais um pouco pelas ruas do bairro gótico…
Passamos ainda pelo Palácio da Música…
E nos despedimos!
Obrigado Sandra!
Foi maravilhoso ver Barcelona com os seus olhos!
Neste post tem também fotos da Andrea e da Sandra!

Curitiba – Passeio no Ônibus de Turismo

Hoje vamos fazer o Passeio com o ônibus de turismo, estilo europeu! Rsrs!
Começamos o passeio pelo Parque Barigüi…
Costumo brincar que ele é o jardim da minha casa, 
pois moro perto e freqüento muito!
O lago anda maio abandonado, mas o verde vale a caminhada!
Não existe também mais o Parque de Diversões, 
nem os Pedalinhos com Cisnes Brancos e Negros!
Mas o verde continua lá! 
E essa passagem por dentro do Parque é linda demais!
Conferimos os locais por onde passaria o ônibus de turismo, 
pegamos o horários e partimos no bus!
Como o sol não estava muito quente, fomos na parte superior!
Mas aconselho o uso de protetor solar! 
O Pedro Henrique(que é de Floripa) ficou com uma marca da camiseta que não saiu nem no verão! Rsrs!
A tia “desnaturada” não levou o protetor…mas, nem sempre tinha sol!
Centro Histórico, 
onde acontece a “Feirinha do Largo da Ordem” todo domingo pela manhã!
Teatro Paiol 
A Universidade Federal do Paraná , fundada em dezembro de 1912. 
MON – Museu Oscar Niemeyer
Entramos…
E gostamos muito!
Próxima parada Bosque do Alemão…
Onde existe a Trilha de João e Maria que leva até uma casinha no meio do Bosque,
a da Bruxa, que funciona como biblioteca e lazer infantil!
Ópera de Arame
Belíssima!
E nossa última parada!
A Antiga Torre da Embratel!~
De onde pode-se admirar a cidade em 360º
É cansativo o roteiro completo… mas vale a pena!
Adoro percorrer a cidade nesse ônibus de turismo!

Barcelona 1º e 2º dia

A partir de Verona pegamos um voo low cost para Barcelona!
Eu queria ver as Obras do Arquiteto Antoni Gaudí.
E a Andréa rever uma grande amiga que morava lá!
A Sandra.

Em um voo tranquilo, barato(era minha primeira vez num low cost),
e ainda com a linda paisagem fomos para Barcelona.

Escolhemos o Hotel Rubens, próximo ao Parc Güell, para os 2 primeiros dias,
 pois eu queria ser a primeira a chegar nele… 
Fiz uma bela caminhada e entrei no parque pelo lado arborizado, vendo-o de cima!
E ainda via quase toda Barcelona!

Minha relação com Barcelona, foi de Amor à primeira vista!
Cansada da caminhada, sentei e fiquei curtindo a movimentação…
Pessoas chegavam pra vender coisas, cantores, artistas, turistas…

De repente uma música familiar… esse casal tocava Garota de Ipanema!
E eu ali… naquela paz…fazendo parte de tudo!
Nessa hora decidi!  Voltaria ao Parc Güell com mais tempo!
Depois dessa rápida visita ao parque, seguimos para o ônibus de turismo!
Uma coisa que sempre faço, pra não ficar batendo perna à toa, é ir numa agência e contratar o ônibus:
Eles nos levam aos pontos turísticos principais, e nos contam a história dos lugares.
Assim vimos tudo, e decidimos o que vale a pena “conhecer”!
O que em Barcelona é difícil decidir, pois tudo é lindo!
Se respira Arte!
A Casa Batlló…Linda!

Passamos muitas vezes por ela, (acima num detalhe)…
Fica em frente a um McDonald’s! Rsrs!
E próximo ao hostel que ficamos os outros 3 dias!

Casa Milà ou La Pedrera é pura arte!
Gaudí tinha uma relação forte com o mar, e isso é muito bem representado em suas obras!

Essa sacada de ferro faz lembrar a espuma das ondas… 
Quanto mais via a Obra desse “cara” mais me apaixonava por ele!

Esse é o Monumento a Colón, em homenagem a Cristóvão Colombo.
Dentro dele passa um elevador que nos leva até a esfera aos pés de Colombo.
Amanhã vou lá!

Com o ferro e a madeira que restaram da retirada das ferrovias, na época das Olimpíadas,
artistas catalães fizeram obras de arte nas ruas!

Você pode fazer um giro por Barcelona de várias maneiras! Rsrs!
Meu ônibus é igual aquele que passou por nós agora!

A gente pode descer do ônibus e voltar… há pontos espalhos por toda cidade!
Inclusive com os horários!

A Sagrada Familia é mais uma das Obras do Arquiteto Antoni Gaudí!

É linda!
De perto ela é fascinante!
Não entramos pois chegamos um pouco tarde ao local…
Mas recomendo!
Vi as fotos de um amigo no face (o Ale)… ele entrou… e olha que ele nem é católico!
Se tivesse visto as fotos antes… acho que subiria naquela torre!

Barcelona eu super recomendo!
Eu até moraria lá!
Amanhã tem mais de Barcelona!